Branco do Papel

Meus versos tortos
Mancham o branco do papel
Os garranchos trêmulos
Invadem a imensidão
E minha imaginação
Ganha limites inalcançáveis
Saio de minha solidão
Ao recitar estes versos de amor

Minha boca em festa
Declamando para você
Doces melodias e
Sussurros de paixão

Eternizo meu querer
Ao tentar descrever
Que este amor
Vai além da imaginação.

Diego Braz

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