Pensamento Etéreo

Vagas ideias paralelas, vivas
Universalizadas em mim
Leve, tensa, tesa
Paraiso sem-terra ou plangente

Pensamentos, paradigmas
De meu alelo
Real ou mutuo ao irreal infinito
Afinidade, mitos e ritos

Grito onde o eco
Em sua busca infinita
Detecta as fronteiras finitas
De uma senda desconhecida

Quando as lembranças bailam
Dançando e encaixando
Filosofando a memória encarnada
Embriagada pelo desejo
Da memoria astral

Vago, voraz, vil
Virgem de suas vigências
Vigilantes, violentas, venal...

Emaranhando um multiverso
De ideias em busca de um sol
Razão norte de um sistema
Um azimute, teorema

Dos erros inatingíveis
Engendro, programo e desvendo
Formulo as consequências
Nas fluidas letras atemporais de meu alento.


Diego Braz

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