Pessoas de Plástico

Então, é isso?
Desejos marginais
Margeando a mim
Que vivo nas sombras
Que persigo a luz da sanidade

Esse pote vazio, sujo
Meu corpo mundano, nú
De memórias lúgubres

Me esfarelo

Meu coração decidiu
Acabar com tudo
Neste mundo artificial

Me consomem

Você consegue ser diferente?
Pessoas artificiais
Artífices tramóias

Me corroendo

Posso virar e correr?

Diego Braz

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