Irriquieto
Tergiversar
sobre o oculto
Investigando
a vida
Tendo
como partida
A
morte
É engraçado
Não
se mede a vida
Pelos
sucessos
Mede-se
à vida pelo fracasso
É
o que vejo
Vivenciamos
a presença
De
um vício
Um
mal, uma desorientação
É
odiado o bom
O
justo, o persistente, o honesto
Esmeros
em escol
Arroubos
irrefreáveis
Inveja
de outrem
O
bem que fazemos hoje
É
o advogado que nos absolve
No
purgatório nosso de cada dia
Imprecisões
inequívocas
Túrgido
preceito
Esvaziado
da morte
De
tempos em tempos
De
apego a apego
De
encarnação em encarnação.
Poeta Diego Braz


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