Bronze de Minas
Com sotaque
As palavras que ouço
Desequilibram, o que entendia
As palavras que ouço
Desequilibram, o que entendia
Sorriso torto
Desconfiado do imprevisto
Desconfiado do imprevisto
Como não te amar?
E amando,
Como não cuidar.
E amando,
Como não cuidar.
Nossas culturas
Uma das montanhas
Outra do litoral
Uma das montanhas
Outra do litoral
O ouro das minas
O bronze do mar
O bronze do mar
Seu “uai”
Meu “show”
Meu “show”
Falo o que penso
Você pensa no que fala
Você pensa no que fala
Achei que estava cansado
E descobri, que apenas
Havia me extraviado
Dos caminhos destinados
E descobri, que apenas
Havia me extraviado
Dos caminhos destinados
Na minha Guanabara
Ou na sua cidade dos sinos
Vamos permitir
Que nossos caminhos
Estejam bem alinhados.
Ou na sua cidade dos sinos
Vamos permitir
Que nossos caminhos
Estejam bem alinhados.
Poeta Diego Braz
poetadiego.blogspot.com
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