Bons Dias
Os raios mornos
Que de arestas
Apresentam-se entre as cortinas
Desajeitadas
Encobrindo as janelas
Descortinando o véu
Do sono
Onde ganho
Seu primeiro olhar
Bom Dia!
Outrora
Os momentos vespertinos
Longínquos,
Mergulhados nessa
Pérfida labuta
Palavras dispersas,
Diversas, repentinas
Boa Tarde!
Alma estremecida
Rever-te, reverbera-me.
Fascínio meu
Do amor seu
Que rebrilha
Em suas pupilas
Do prazer, estremecer.
Aquecer, até nos perdermos
Dentro da Boa Noite!
Poeta Diego Braz


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