Amantes
Em
seus olhos me perdi
E
vi os mistérios que me assombra há tempos
Volte,
venha, fique e me conte.
Quem
é? Não diga, olhe.
Permita
viajar na imensidão deste olhar
Profundo
enigmático do assombro que causou a mim
Meu
ser, meu templo.
Ouça,
sua voz é inerente, seus obstáculos.
Alcancei
de sentir
O
toque de meu pensar
Bastou
para desnudar sua íntima
E
virginal elegância feminil
Que
agora ao discorrer meus dedos
Penetrarei
no inerte mundo dos amantes.
Poeta Diego Braz


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