Aos olhos do aprendiz
Exemplificamos o amor
Mas como mensurar a dor
Se mal conseguimos senti-la
A dor da alma
Que paira sob a pele
Sobre a pele
Sob mim
Meus olhos cansados
Murchos, secos, languidos.
Devastados pela pior das moléstias
A saudade
E o medo de não ter feito, ouvido, dito, compartilhado.
O egoísmo ignorante aos olhos de quem critica
Irrelevantes gestos, obtuso e frio ao aprendiz.
Do amor comedido, aos atos diários.
Do amor impedido pelos olhares
Do amor infinito, absoluto e imutável.
Poeta Diego Braz


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